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Em geral, os artigos que lemos sobre os quatro pilares da educação se limitam a dizer QUAIS são eles. Enumeram os quatro e dedicam umas poucas linhas sobre cada um deles.

Apesar de instrutivos, esses textos raramente avançam para outras perguntas sobre os quatro pilares. Por isso, me senti animado a responder, de forma breve, a uma outra pergunta: O que são os quatro pilares da educação? Pergunta, aliás, bastante necessária, pois quer saber qual é a concepção dos pilares tal como apresentados no Relatório Jacques Delors da UNESCO.

É, portanto, uma pergunta que amplia nosso conhecimento relativamente aos quatro pilares.

 

cristofani os quatro pilares da educacao

Uma citação do Relatório Jacques Delors é suficiente para resumir os bem conhecidos quatro pilares da educação, como segue:

Para poder dar resposta ao conjunto das suas missões, a educação deve organizar-se em torno de quatro aprendizagens fundamentais que, ao longo de toda a vida, serão de algum modo para cada indivíduo, os pilares do conhecimento: aprender a conhecer, isto é adquirir os instrumentos da compreensão; aprender a fazer, para poder agir sobre o meio envolvente; aprender a viver juntos, a fim de participar e cooperar com os outros em todas as atividades humanas; finalmente aprender a ser, via essencial que integra as três precedentes. É claro que estas quatro vias do saber constituem apenas uma, dado que existem entre elas múltiplos pontos de contato, de relacionamento e de permuta. (pp.89-90)

 

O que são os quatro pilares?

Pautado no mesmo Relatório Delors, acima mencionado, encontramos nessa citação e espalhadas pelo relatório, as seguintes concepções acerca dos quatro pilares:

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Os cursos são aulas que eu ministrei durante os anos que trabalhei como professor na Unigran/Ana Wollerman em Dourados/MS. Por isso, a qualidade dos vídeos é bastante elementar e foram as primeiras vídeo aulas que gravei há quase 10 anos. Tenham isso em consideração. Pelo conteúdo me responsabilizo eu.

Cada curso tem uma apostila que você pode baixar na seção de downloads.

Espero que os cursos sejam de algum proveito para você.

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A vida em sua plenitude não precisa ser perfeita, precisa sim, ser completa.
                                                                    Carl Gustav Jung

Introdução

A pergunta – “Que mundo deixaremos para os nossos filhos?” – deve ser complementada pela pergunta – “Que filhos deixaremos para o nosso mundo?”. São dois lados de uma mesma e indivisível questão. Elas se complementam. Implicam-se mutuamente. A resposta para uma delas, somente será pertinente se responder a ambas de uma só vez.

Que filhos deixaremos - Dr. Cristofani

A sustentabilidade do planeta implica necessariamente na sustentabilidade da pessoa humana. A preservação da espécie humana depende obrigatoriamente da preservação do planeta. Um sem o outro, nada feito.

Artigo - Dr CristofaniA Escola Dominical no debate atual

A Escola Dominical tem sido o foco das discussões sobre a Educação Cristã. Alvo de muitas críticas, também. Mas não só de críticas. Há muito debate em torno dela. Hoje se debate quase todos os aspectos da Escola Dominical.
Uma rápida olhada na internet revela que a Escola Dominical está presente na agenda diária da Igreja. Pastores, Educadores Cristãos, Professores, Superintendentes e todos os interessados em Educação Cristã têm na Escola Dominical um ponto em comum de preocupação.

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Não apenas em blogs, comunidades das redes sociais, websites, listas de discussão eletrônicas etc, se pode encontrar pessoas que estão preocupadas com a Escola Dominical. As livrarias evangélicas têm oferecido material de vários autores sobre o tema da Educação Cristã.

Artigo Dr. CristofaniQuero falar com você sobre como aprender mais e melhor. Sobre quantidade e qualidade. Vou apelidar isso de aprendizagem significativa. E considerar que você é um adulto que aprende sozinho! Esta é uma máxima da Andragogia.

Como aprender mais e melhor! (Provérbios 24.30-34)

Mas como alguém pode aprender mais e melhor? Há muitas técnicas por ai que ajudam a exercitar as capacidades de aprender. E elas podem ser encontradas facilmente numa busca pela Internet, biblioteca ou livraria. Por isso, eu acho desnecessário falar com você sobre os “macetes” de aprender. Também não vou falar sobre as caraterísticas do aprendiz adulto. Sobre isso você pode ler a minha série de artigos sobre o tema.

 Eu vou sugerir que, antes de treinar técnicas para aprender mais e melhor, é necessário conhecer o processo de aprendizagem. Não vou falar de estilos de aprendizagem. Quero ajudar você a descobrir, a partir da avaliação de uma experiência concreta, qual é o processo mental para uma aprendizagem significativa. Como esse processo mental de aprendizagem ocorre em cinco momentos: 1. Epa! 2. Uau! 3. Ask! 4. Aha! 5. Eba!

Lembro a você que esses cinco momentos acontecem quase que simultaneamente em nosso cérebro. Aqui eles estão separados de forma didática para facilitar a compreensão.

Artigo do Dr. CristofaniVocê já ouviu falar em Andragogia?

Nesta série de três “posts” (Sua majestade a Pedagogia e Andragogia: Educação de Adultos) quero apresentar a Andragogia a você que ainda não ouviu falar desse assunto. Quero mostrar a você porque é necessário fazer a distinção entre Andragogia e Pedagogia.

Em geral, nós aprendemos a fazer os nossos planos de aula com os instrumentos e as orientações da Pedagogia. E isso é bastante apropriado se estamos lecionando para crianças, pois a abordagem pedagógica é própria para essa faixa etária.

Mas, e se os seus alunos são adultos? E se você leciona para jovens, a Pedagogia continuaria a ser a abordagem mais apropriada? O que você acha? Existem diferenças entre a maneira que uma criança e um jovem ou adulto aprendem? A resposta é: “Sim, existem diferenças no processo de aprendizagem de crianças e jovens e adultos”.

Artigo do Dr. CristofaniSua majestade a Pedagogia

No post anterior, Você já ouviu falar em Andragogia? Falei sobre a necessidade de distinguir Andragogia e Pedagogia.

Neste segundo post, quero apresentar cinco pressupostos que sustentam a Pedagogia. É bom você ter em mente que esses cinco elementos são aqui alistados para fazer o contraste com a Andragogia.

A Pedagogia reinou soberana até as primeiras décadas do século XX, quando passou a ser questionada quanto à sua aplicabilidade na educação de adultos. Foi no estabelecimento dos pressupostos da Andragogia que a Pedagogia revelou os seus principais elementos constitutivos.

Artigo do Dr. CristofaniAndragogia: A Educação de Adultos

No post anterior, Sua majestade a Pedagogia, apresentei os cinco elementos que eu utilizo para fazer a distinção entre Andragogia e Pedagogia. Neste terceiro e último post, apresento as mesmas cinco características, mas do ponto de vista da Andragogia.

Lindeman postulou que:

"... a fonte de maior valor na educação do adulto é a experiência do aprendiz. Se educação é vida, vida é educação. Aprendizagem consiste na substituição da experiência e conhecimento da pessoa. A psicologia nos ensina que, ainda que aprendemos o que fazemos, a genuína educação manterá o fazer e o pensar juntos.... A experiência é o livro vivo do aprendiz adulto." (Lindeman, 1926, pp. 9-10)

icon-AO papel e a importância da formação teológica para a igreja

Construtor de pontes. Assim poderíamos chamar o Apóstolo Paulo.

Depressões geográficas, vales profundos, rios e outros obstáculos naturais, muitas vezes, separam populações. E o engenho humano supera esses desafios com pontes. Construções que se alongam sobre os obstáculos. Obras que se interpõem entre esses desafios de aproximação.

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