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icon-AO papel e a importância da formação teológica para a igreja

Construtor de pontes. Assim poderíamos chamar o Apóstolo Paulo.

Depressões geográficas, vales profundos, rios e outros obstáculos naturais, muitas vezes, separam populações. E o engenho humano supera esses desafios com pontes. Construções que se alongam sobre os obstáculos. Obras que se interpõem entre esses desafios de aproximação.

Construir pontes é interligar lugares. Construir pontes é integrar pessoas. Nisto reside o seu papel e sua importância. Com elas, superamos distâncias e aproximamos povos. As pontes se constituem em edificações estratégicas na superação de obstáculos.

Há muito que se fez o distanciamento entre formação teológica e igreja. Não importando por quais motivos, fato é que houve uma separação entre a igreja e formação teológica. Como se uma pudesse viver sem a outra. Ou como se as duas fossem coisas diferentes e, em alguns casos, até opostas.

Não é explicando as formações geológicas dos obstáculos naturais que vamos superá-los. Explicá-los é tarefa que pode esperar. Importante é buscar uma maneira de estreitar as distâncias criadas por esses obstáculos.

Assim, a formação teológica se reveste de um caráter mediador e dialógico. Uma ponte de pista dupla. Mão de ida e mão de volta. Interliga e integra. Aproxima pessoas e lugares teológicos. Ideias e práticas.

Das duas características, interligar e integrar, a primeira fala de um papel histórico. A segunda de uma importância contemporânea. A primeira, de um vínculo com a tradição dos Pais. A segunda, de uma perspectiva de identidade. A primeira, de como chegamos até aqui. A segunda, sobre quem somos nós.

Deixe-me ilustrar com o exemplo de Paulo. Missionário do Evangelho de Cristo, ele construía pontes. Ele interligava as comunidades à tradição e as integrava em uma identidade comum. Suas muitas cartas assim o demonstram.

Paulo, em sua correspondência com as igrejas, construía pontes. Essa era uma forma de superar as distâncias de compreensão do Evangelho de Cristo. Em seus escritos o apóstolo dá verdadeiras lições de teologia. Empenha-se por integrar os conteúdos da fé com as melhores práticas de seus destinatários.

Por seu turno, na pista de volta, as comunidades fornecem a Paulo os temas mais palpitantes para sua teologia. As igrejas dão ao Apóstolo dos Gentios os questionamentos circunstanciais de sua realidade.

Os destinatários das cartas procuram viver de acordo com as orientações formativas de Paulo. Simultaneamente, eles o colocam a par dos enfrentamentos éticos, morais e teológicos que as comunidades experimentam.

Dai, surge uma corrente do cristianismo a qual chamamos de Paulina. Foi nas idas e vindas sobre as pontes que Paulo construiu que se formaram muitas das igrejas que figuram em o Novo Testamento. Foi nessa relação dialógica, que essas igrejas transpuseram muitos vales e rios e se interligaram e se integraram ao corpo maior do cristianismo.

Assim, fundados no exemplo do apóstolo Paulo, arrazoemos sobre o papel e a importância da formação teológica para a igreja. Como construtora de pontes a formação teológica tem o papel de interligar e uma importância de integrar. Ela interliga pessoas e comunidades às suas origens e tradições. Ao mesmo tempo, integra pessoas e comunidades em uma identidade comum.

Como Paulo, a formação teológica também é uma construtora de pontes. Pontes de duas vias. Pontes que permitem idas e vindas. Pontes de diálogo entre os fiéis e sua tradição. Entre os fiéis e sua identidade. Interligação e integração.

Construtora de pontes. Assim podemos chamar a formação teológica.

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