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deus prefere as criancas

Deus, dentre seus filhos, tem uma predileção pelos pequerruchos.

Por que essa queda de Deus pelas crianças?

Por causa da inocência delas? Devido à sinceridade delas? Em razão da pureza delas? Graças à docilidade delas? Seria motivado pela obediência delas? Sua fragilidade, talvez? Que tal a vulnerabilidade delas? Ou por obra da dependência delas? Quiçá seria em virtude da espontaneidade delas?

Dentre todas as características de uma criança, qual ou quais delas pode ou podem ser consideradas motivo para essa preferência que Deus insiste em afirmar que tem pelos pequenos?

Ou não seria Deus motivado por qualquer uma delas, apenas pela sua graça ou decisão de sua vontade? Ou a graça ou a vontade de Deus não tem outra motivação, externa no caso, a não ser aquela interna que nós chamamos de amor? Uma e outra, em todo caso, não ofusca o fato de Deus ter como preferidos os miúdos.

As sagradas letras nos trazem à memória lembranças de Moisés no cesto de vime à deriva no Nilo; de Samuel nas orações e lágrimas de Ana; do clamor, lamento e choro amargo em Ramá pelos infantes; de Jesus menino em fuga para o Egito; das doces palavras do Mestre ao dizer deixai vir a mim os petizes; e de tantas outras histórias espalhadas aqui e acolá, dentro e fora do santo livro.

Parece um fato por si só, visto em toda a Escritura, essa queda de Deus pelos infantes. Sem dar maiores explicações, o livro sagrado está salpicado de comparações envolvendo crianças. Ele está recheado de linguagem infantil, no sentido de que chama a atenção do leitor e da leitora para o mundo da criança que, diga-se categoricamente, serve aos propósitos divinos na comunicação de sua vontade.

Além disso, bambinos são mencionados em narrativas paradigmáticas carregadas de toda sorte de sentimentos e de esperanças que a figura emblemática da meninada evoca sem a necessidade de grandes explicações e descrições.

E não se esgota por aí o protagonismo infantil na história da salvação. A Bíblia dá conta de um Deus que tem tanta predileção pelas crianças, que só lhe resta tornar-se uma: E o verbo se fez curumim.

Tem essa predileção de Deus pelas crianças um caráter profético? As prefere, pois se sabe criança em qualquer momento da história?

A queda de Deus pelos pequeninos e seu mundo o leva a experimentar essa condição e esse universo. E ele o vivencia em toda a sua plenitude: imerso no líquido amniótico, umbilicalmente ligado à sua mãe, protegido no ventre de Maria. Ele experimenta as agruras do parto, o calor do colo, a delícia da amamentação, o choro, a cólica, o riso. E ainda os primeiros passos, o balbuciar dos sons e palavras iniciais. Deus experimenta a infância na sua inteireza.

Deus prefere os pequeninos. E o verbo se fez bambino!

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