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salmo85 misericordia justica

Misericórdia e verdade se encontraram
Justiça e paz se beijaram.

Há muito, nos primórdios dos tempos, duas irmãs, Misericórdia e Justiça, conviviam juntas numa linda, florida e arborizada colina. As pessoas que ali habitavam desfrutavam, todas de igual modo e equitativamente, dos frutos tanto da Misericórdia quanto da Justiça. E tudo ia muito bem no convívio harmonioso entre todos.

Mas um dia a majestosa colina sofreu um abalo sísmico, abalo provocado por uma fratura em sua base, o abalo do mal. E o mal cindiu o monte ao meio dividindo-o, assim, em dois lados. E as pessoas ficaram divididas nas duas extremidades. E criou-se um abismo entre as duas partes da ferida montanha.

Entrevista concedida ao Instituto Jetro

 

Investir e apoiar vocacionados para o ministério pastoral se tornou coisa do passado?

 

Esta inquietante pergunta faz parte de outra tão ou mais importante que esta: Onde estão os vocacionados? Digo os vocacionados para o ministério pastoral, o que muitos definem como, chamado divino ou vocação.

Como reconhecer um vocacionado ao ministério pastoral ou missionário? Por características?

 

Cristofani - A vocação é um testemunho interior do Espírito Santo. Porém, para não incorrermos em um subjetivismo devemos levar em conta o seguinte:

Uma pessoa vocacionada para o ministério Pastoral ou Missionário deve, em primeiro lugar, ter sua vocação reconhecida pela Comunidade de Fé. É a Igreja, em minha opinião, que tem as melhores condições para discernir as "marcas" em alguém que se diz vocacionado. Em segundo lugar, creio que o Espírito do Senhor sinaliza, de forma visível, aquela pessoa que irá exercer algum ministério. Por isso, digo que tal pessoa trás as "marcas" da vocação. E tais "marcas" serão visíveis aos olhos da Igreja.

Em terceiro lugar, acredito que a pessoa com o dom Ministerial deve evidenciar as "marcas" do seu chamado. Entre elas destaco: disposição para estudo e oração; prática da piedade e caridade cristãs; habilidades de comunicação e relacionamento interpessoal; submissão às Escrituras e ao Espírito de Deus; e alguma capacidade didática. Essas "marcas" ajudam na identificação de alguém vocacionado.

Portanto, reconhecer a vocação Ministerial de uma pessoa passa necessariamente por ouvir a Igreja local e conviver, na medida do possível, com que se diz vocacionado prestando atenção às "marcas" que se pode perceber nessa pessoa.

ha quem prefira os porcos no que nao

Outro dia, escrevi sobre esse mesmo texto de Marcos afirmando que os cidadãos de Gerasa (Gadara?) preferiam os porcos a Jesus. Quero retomar a mesma narrativa Marcana, pois nela há outra perspectiva que gostaria de partilhar com você.

A ocupação romana em toda a região pela qual Jesus passava era uma realidade incontestável. Essa presença se dava, massivamente, pelas tropas de soldados romanos. Esse poderoso exército tinha uma divisão básica que contava entre mil a seis mil integrantes, chamada Legião.

Quando Jesus pergunta ao espírito imundo qual é o seu nome, prontamente ouve: “Legião é meu nome, porque somos muitos.” (Marcos 5.9).

ha quem prefira os porcos

 

Impossível não concluir que boa parcela da população de Gerasa (ou Gadara?) prefere os porcos à presença de Jesus entre eles. Pois os suínos suicidas, possuídos pela legião de espíritos imundos, se precipitaram despenhadeiro abaixo morrendo todos afogado.

Prejuízo certo para uma economia de base suína. Negócios foram destruídos. O capital investido foi, literalmente, por água abaixo. O responsável pelo colapso na produção de carne e banha de porco? Jesus! Certamente o Nazareno é o culpado pelo prejuízo imputado aos suinocultores.

luz para os que jazem nas trevas

 

Meditação em Isaías 9.1ss. Luz para quem anda em trevas no vale da sombra e da morte.

 

amigo e pra essas coisas

 

Meditação sobre o papel dos amigos nos momentos de sofrimento. O encontro de Jó e seus três amigos (Jó 2.11-13).

 

ansiedade lancai sobre deus dr. cristofani

 

Meditação sobre a ansiedade nossa de cada dia, baseada em 1ª Pedro 5.7, e não 5.8 como eu disse no vídeo ;), onde lemos que devemos lançar sobre Deus toda a nossa ansiedade, pois Ele tem cuidado de nós.

 

cristofani no poco da exaustao salmo 130

Das profundezas clamo a ti Senhor! Salmo 130.1

Chegar ao fundo do poço é uma experiência bem humana. Sentir a fria água submergir o corpo e a alma. Tocar a lama que atola o pé e o coração. Sim, bastante humana essa experiência. Do fundo do poço só podemos ver a fraca luz que vem do alto. Porém, aos poucos, nem essa tênue luz podemos enxergar. E por quê?

o teu deus onde esta

De como veio a mim esta Palavra do Senhor.

Pela janela do meu escritório, enquanto labutava nos meus afazeres diários, observava uma retroescavadeira demolindo uma casa para dar lugar à outra construção. Desde a manhã daquele dia até a tarde do mesmo dia, o que era um lar de paredes sólidas tornou-se, ao final da tarde, um monte de escombros. Entre a nuvem de poeira, os tijolos, o concreto, a argamassa, o ferro retorcido eram uma montanha de ruínas. Eu estava olhando aquela cena e enquanto eu atentava para ela, veio a mim a seguinte palavra do Senhor:

Em meio à nebulosidade do caos, quando desmoronam todas as certezas, e caem por terra todos os marcos, e a confusão se estabelece em todo lugar, então a fé abalada, a esperança perdida, a decepção e a frustração se instalam até os fundamentos mais profundos do nosso ser. Nessa situação a pergunta que ecoa dos escombros se faz ouvir com meridiana clareza: O teu Deus, onde está? (Salmo 42.3 e 10).

deus prefere as criancas

Deus, dentre seus filhos, tem uma predileção pelos pequerruchos.

Por que essa queda de Deus pelas crianças?

Por causa da inocência delas? Devido à sinceridade delas? Em razão da pureza delas? Graças à docilidade delas? Seria motivado pela obediência delas? Sua fragilidade, talvez? Que tal a vulnerabilidade delas? Ou por obra da dependência delas? Quiçá seria em virtude da espontaneidade delas?

Dentre todas as características de uma criança, qual ou quais delas pode ou podem ser consideradas motivo para essa preferência que Deus insiste em afirmar que tem pelos pequenos?

Ou não seria Deus motivado por qualquer uma delas, apenas pela sua graça ou decisão de sua vontade? Ou a graça ou a vontade de Deus não tem outra motivação, externa no caso, a não ser aquela interna que nós chamamos de amor? Uma e outra, em todo caso, não ofusca o fato de Deus ter como preferidos os miúdos.

As sagradas letras nos trazem à memória lembranças de Moisés no cesto de vime à deriva no Nilo; de Samuel nas orações e lágrimas de Ana; do clamor, lamento e choro amargo em Ramá pelos infantes; de Jesus menino em fuga para o Egito; das doces palavras do Mestre ao dizer deixai vir a mim os petizes; e de tantas outras histórias espalhadas aqui e acolá, dentro e fora do santo livro.

Parece um fato por si só, visto em toda a Escritura, essa queda de Deus pelos infantes. Sem dar maiores explicações, o livro sagrado está salpicado de comparações envolvendo crianças. Ele está recheado de linguagem infantil, no sentido de que chama a atenção do leitor e da leitora para o mundo da criança que, diga-se categoricamente, serve aos propósitos divinos na comunicação de sua vontade.

Além disso, bambinos são mencionados em narrativas paradigmáticas carregadas de toda sorte de sentimentos e de esperanças que a figura emblemática da meninada evoca sem a necessidade de grandes explicações e descrições.

E não se esgota por aí o protagonismo infantil na história da salvação. A Bíblia dá conta de um Deus que tem tanta predileção pelas crianças, que só lhe resta tornar-se uma: E o verbo se fez curumim.

Tem essa predileção de Deus pelas crianças um caráter profético? As prefere, pois se sabe criança em qualquer momento da história?

A queda de Deus pelos pequeninos e seu mundo o leva a experimentar essa condição e esse universo. E ele o vivencia em toda a sua plenitude: imerso no líquido amniótico, umbilicalmente ligado à sua mãe, protegido no ventre de Maria. Ele experimenta as agruras do parto, o calor do colo, a delícia da amamentação, o choro, a cólica, o riso. E ainda os primeiros passos, o balbuciar dos sons e palavras iniciais. Deus experimenta a infância na sua inteireza.

Deus prefere os pequeninos. E o verbo se fez bambino!

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