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Cartilha de Hebraico - Compre aqui

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Uma das ideias mais recentes sobre o estudo de uma língua estrangeira tem mostrado que a hipótese de que os processos de aquisição (formulação inconsciente de princípios gramaticais) e de aprendizagem (o estudo consciente de base cognitiva da gramática) representam dois sistemas de interiorização do conhecimento da língua.

Num outro artigo “Razões para uma Cartilha de Hebraico” mostrei que o ensino-aprendizagem do hebraico bíblico, baseado em manuais e gramáticas, privilegia maciçamente apenas um dos sistemas de aprendizagem da língua hebraica, o sistema formal, sendo o sistema de aquisição relegado ao segundo plano, quando ele existe.

Assim, a Cartilha de Hebraico preenche essa lacuna e tem como referencial teórico a utilização dos avanços da Linguística Aplicada ao ensino de uma segunda língua, particularmente da hipótese input de Stephen Krashen.

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A necessidade de se fazer uma Cartilha de Alfabetização em Hebraico Bíblico tem seu ponto de partida na experiência do autor do no ensino dessa língua em cursos de graduação em Teologia ao longo dos últimos anos. Nesse labor, o uso do material didático disponível em língua portuguesa para o ensino do hebraico tem relevado lacunas tanto ao nível de ensino quanto ao nível da aprendizagem.

Via de regra, os/as estudantes têm muita dificuldade em apreender os conteúdos gramaticais e, em decorrência disso, não conseguem usá-los de maneira satisfatória no trato com o texto objeto de seus estudos que vem a ser o original hebraico do Antigo Testamento, isto é, o Texto Massorético (doravante referido como apenas como TM).

apamea

Este ensaio pretende ser uma exposição sucinta do sítio arqueológico denominado Apamea. Para isso o trabalho está organizado da seguinte forma: 1. Localização geográfica; 2. História das escavações; 3. História do sítio; 4. Inventário arqueológico de Apamea e 5. Importância do sítio.

1. Localização geográfica

Apamea, atual Qal`at el-Moudiq, localiza-se na Bacia do rio Orontes. Esta bacia está entre duas regiões de características opostas. A oeste, o limite e a costa do mar Mediterrâneo e as montanhas. As torrentes, juntamente com uma precipitação pluviométrica bastante acentuada, garantem o alto grau de fertilidade do solo. Pelo lado leste, o limite e uma planura desértica e árida, onde raramente se encontram pântanos. Nessa bacia encontra-se o sítio de Apamea.

Este ensaio exegético lida com o texto do Salmo 146 em sua manifestação literária: gênero, estrutura, estilo, retórica e semântica, bem como o contexto, tanto literário quanto sócio-histórico. O alvo desta aproximação é ser um caminho para a compreensão do texto bíblico, a qual deve ser tomada a serviço da pregação e do ensino das Sagradas Escrituras.

REFLEXUS - Revista de Teologia e Ciências das Religiões - v. 8, n. 11 (2014)

http://revista.faculdadeunida.com.br/index.php/reflexus/article/view/211/220

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O tema “Filho do Homem” tem sido estudado a partir do uso que os Evangelhos, em geral, fazem desta expressão. Este fato tem sua explicação, em parte, na renovada atenção que tem sido dada à chamada questão do Jesus Histórico. Mas é necessário perguntar importância do uso da expressão “Filho do Homem” fora do Novo Testamento. Sem dúvida, a pergunta pelo ponto de partida que deve ser dirigida aos estudos neotestamentários sobre o “Filho do Homem” deve envolver tanto os estudos da literatura do Antigo Testamento quanto da Literatura Pseudepígrafa.

REFLEXUS - Revista de Teologia e Ciências das Religiões  -  v. 6, n. 8 (2012)

http://revista.faculdadeunida.com.br/index.php/reflexus/article/view/99/137

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En el presente artículo, el biblista brasileño José Roberto Cristófani presenta un  análisis creativo del capítulo 1 de Daniel, en un acercamiento que muestra su marco histórico. Cristófani realiza un abordaje hermenéutico y exegético del pasaje, mostrando su pertinencia a la realidad latinoamericana que exige hoy, al igual que Daniel, una actitud de resistencia frente a los poderes dominantes.

Teología y cultura, año 2, vol. 3 (agosto 2005)

http://www.teologiaycultura.com.ar/arch_rev/cristofani_daniel_1.PDF

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Este artigo apresenta uma releitura do livro de Daniel a partir dos grupos sociais que formam o pano de fundo do apocalipsismo judaico. "Dor e Resistência: Jovens, Mulheres e Crianças na Origem Social do Apocalipsismo Judaico — Relendo Daniel 11.29-35”, é uma versão abreviada da sua tese de mestrado, defendida com sucesso em 29/3/94.

Estudos Teológicos Vol. 34, No 1 (1994) - Tema especial: Modernidade, Pós-Modernidade e Teologia

http://periodicos.est.edu.br/index.php/estudos_teologicos/article/view/878/840

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INTRODUZINDO

Falar do Evangelho na cidade é tarefa delicada. Pelo menos por dois motivos: Primeiro, pela pressuposição generalizada de que a cidade é lugar da ausência de Deus. Segundo, pela compreensão do que seja cidade, pois quase sempre ela evoca a idéia de cidade-estado, aquelas cananéias, sobretudo.

Isso decorre, em parte, da concepção do conflito campo-cidade, que certamente existe e em certa medida afeta os próprios conflitos dentro da cidade. Contudo, ao focalizarmos a cidade como tal, deixaremos em segundo plano o conflito campo-cidade para olhar os conflitos internos na cidade.

Introdução

 A arqueologia tem fornecido a base material para a análise não apenas da “produção material” de determinados grupos sociais, mas também a evidência de como essa produção se processou, isto é, o “modo de produção” peculiar a uma dada cultura ou grupo social e ainda como tal sociedade se apropriou dos bens produzidos.

Neste texto pretende-se examinar indícios que ajudem a responder à essas três questões básicas com relação ao período helenístico, ou seja, “o que foi produzido”; “como foi produzido” e “quem se apropriou do que foi produzido”. Com isso espera-se delinear os contornos da sociedade da época, mormente da relação entre “campo e cidade”.

INTRODUÇÃO

Com esta monografia, pretendemos defender a tese de que a ressurreição só pode ser conseqüência do martírio, isto é a ressurreição como aparece em Daniel 12.1-3 somente pode ser compreendida contra o pano de fundo do cap. 11 do mesmo livro q2eu relata o sofrimento da última hora, do qual ele é continuação.

Para defender tal ponto de vista, tentaremos esboçar a história bíblica do martírio e da ressurreição, num primeiro momento. Depois, apresentaremos as  principais teses sobre a relação entre os dois tópicos. Finalmente, analisaremos o texto de Daniel 12.1-3 procurando embasar nossa tese num trecho bíblico.

Apocalíptica judaica ou Apocalipsismo judaico foi um movimento dentro do judaísmo pós-exílico que se estendeu por todo o período do Segundo Templo, entre o retorno dos judeus do exílio babilônico (539 a.C.) até sua expulsão da Palestina por Adriano (135 d.C.). Destacadamente, durante a revolta dos Macabeus (167-164 a.C.), e depois durante a guerra judaica contra Roma (66-70 d.C.), tem-se o período de maior produção de obras marcadamente apocalípticas e outras que, apesar de não serem apocalípticas, têm muitos elementos e idéias que podem ser classificadas como pertencentes ao apocalipsismo judaico. Portanto, pode-se dizer que o fenômeno apocalíptico dentro do judaísmo ocupa quase três séculos.

Introdução

O objetivo desta palestra é analisar os princípios hermenêuticos de Lutero e Calvino de maneira que possamos detectar o que há de similar e de peculiar em cada uma das abordagens por eles propostas.

Falamos em princípios hermenêuticos e não exegético, pois à época dos Reformadores não havia, ainda uma ciência exegética no sentido que conhecemos hoje.

Assim, dividiremos o tema em três passos:

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