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Certezas para 2015 - Reverendo Cristofani

Para o ano de 2015 aponto quatro certezas que acompanham todos os planos para o ano novo desde que o mundo é mundo. Vou usar para esta reflexão a sabedoria de Tiago, irmão do Senhor. Ouçamo-lo.

Agora, prestem atenção vocês de que falam o seguinte: Hoje e amanhã, iremos para a cidade tal e lá passaremos 2015 e faremos negócios e teremos muito lucro. (Tiago 4.13).

Nada mais justo do que planejar bem um novo ano. É necessário que façamos isso. Determinar objetivos claros. Traçar os caminhos para alcança-los. Definir prioridades. Alocar recursos. Fazer tudo o que está ao nosso alcance para chegarmos lá.

Contudo, ao planejarmos nosso novo ano devemos ter em mente, de forma clara, quatro certezas para 2015: A imprevisibilidade do futuro; a fugacidade da vida; a instabilidade das coisas; e a vontade de Deus.

Imprevisibilidade do futuro

Ora essa! Vocês não sabem o que vai acontecer amanhã! (Tiago 4.14a). Nossos planos para o novo ano tem essa nuance: não sabemos o que será do amanhã. Isso é uma certeza absoluta. Por isso, devemos lidar com a imprevisibilidade do futuro.

Talvez seja por essa razão que muitos tentem adivinhar o futuro ou mesmo manipulá-lo, através de previsões, adivinhações, oráculos e outras crendices mais. Entretanto, não há como controlar o futuro, nem o que ele nos trará.

Assim, devemos contar com os acontecimentos imprevisíveis. Aqueles que estão fora do nosso domínio. Por exemplo, as forças devastadoras da natureza, a economia mundial e outras tantas que não temos como prever ou controlar.

Fugacidade da vida

O que é a vida, afinal? Pergunta o sábio Tiago. E ele mesmo responde: Ela é como uma neblina que aparece de repente na serra a caminho de Santos e na próxima curva da já desapareceu. (Tiago 4.14b).

O tempo passa, a vida voa e a nossa vida acaba num instante. Esta é a segunda certeza para o ano novo. Além de não termos domínio sobre o tempo futuro, não sabemos quanto vai durar a nossa vida.

Essa palavra de Tiago não é uma ameaça. Pelo contrário, é um chamado a manter os pés no chão quando se trata de planejar o futuro. É uma voz que deve permanecer dentro de nós para nos lembrar da nossa finitude.

É bem sabido que todos nós temos a sensação, ilusória certamente, de que somos eternos aqui na terra. Em vista disso, é necessário refletir sobre a brevidade da vida. Seja indo para Santos, ao ver a neblina, que aparece e logo se desfaz. Seja observando as flores, que vicejam pela manhã e à tarde já murcharam.

Instabilidade das coisas

Agora, entretanto, vocês se orgulham de confiarem na instabilidade das coisas terrenas, em seus próprios recursos e poder, como se pudessem dispor do futuro. Todo esse orgulho e essas fanfarrices pretensiosas são malignos. (Tiago 4.16).

Em nossos planos para o ano que se inicia devemos contar com mais uma certeza: a certeza de que tudo o que nos rodeia é instável. Coisas, pessoas, acontecimentos e tudo o mais estão suspensos em um fio de nylon. Por isso, permanecem instáveis.

E quem conta apenas com as suas próprias forças e recursos, conta, na verdade, com o que há de mais instável no mundo. Se civilizações e nações já sucumbiram, quem dirá nossos planos!

Certeza absoluta: tudo e todos são instáveis e podem mudar de direção, como o vento, sem aviso prévio. Podem sucumbir às mudanças repentinas de humor do planeta, da economia e do Universo, como dizem. E num relance inesperado destruir todo o nosso planejamento instável.

A vontade de Deus

Em vez de ficarem tagarelando, que irão fazer isso e aquilo, vocês deveriam dizer assim: “Se o Senhor consentir que vivamos”, ou “Se aprouver ao Senhor nos manter com vida”, ou ainda “Se o Senhor fizer gosto”, assim, não apenas viveremos, mas faremos isso e aquilo. (Tiago 4.15).

Esta é a certeza, não apenas para o ano novo, mas para a vida toda: nossa vida está nas mãos de Deus. E é Ele quem consente em vivermos. E esse fato é o mais importante, fundamental e básico para qualquer plano que quisermos fazer: Contar com a vida.

Longe daqui qualquer determinismo! Todavia, não há como não levar em consideração o fato de que o Senhor, criador dos céus e da terra, é quem mantém a vida. Nele nos movemos e existimos. Nele encontramos o início e o fim. O pó torne à terra e o espírito a Deus que o deu.

O popular “se deus quiser”, traduzido aqui por “Se o Senhor consentir que vivamos”, deve ser parte da equação de nossas. Não apenas como uma expressão sem significado, porém como a firme convicção de que nossas vidas está nas mãos do nosso Senhor.

Estas são as quatro certezas para 2015: A imprevisibilidade do futuro; a fugacidade da vida; a instabilidade das coisas; e a vontade de Deus.

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Tiago 4.13-17

13. Agora, prestem atenção vocês de que falam o seguinte: Hoje e amanhã, iremos para a cidade tal e lá passaremos 2015 e faremos negócios e teremos muito lucro.

14. Ora essa! Vocês não sabem o que vai acontecer amanhã! O que é a vida, afinal? Ela é como uma neblina que aparece de repente na serra a caminho de Santos e na próxima curva da já desapareceu.

15. Em vez de ficarem tagarelando, que irão fazer isso e aquilo, vocês deveriam dizer assim: “Se o Senhor consentir que vivamos”, ou “Se aprouver ao Senhor nos manter com vida”, ou ainda “Se o Senhor fizer gosto”, assim, não apenas viveremos, mas faremos isso e aquilo.

16. Agora, entretanto, vocês se orgulham de confiarem na instabilidade das coisas terrenas, em seus próprios recursos e poder como se pudessem dispor do futuro. Todo esse orgulho e essas fanfarrices pretensiosas são malignos.

17. Portanto, se alguém souber fazer o que é direito e mesmo assim não o fizer, isso é pecado.

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