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Reflexões do Dr. CristofaniO slogan “beba com moderação”, suavizado para “aprecie com moderação” é bastante enganoso. A ostensiva propaganda de bebidas quer fazer crer que isso é uma boa, que todos somos moderados. E essa ideia equivocada arrasta até deputado federal ao mau exemplo em propaganda de cerveja. Precisamos refletir sobre o incentivo ao consumo excessivo de álcool.

Então você toma aquela primeira dose na baladinha. A primeira latinha no churrasco. E assim vai. Na balada, por diversão ou para tomar coragem de chegar na gatinha. No churrasco pra acabar com a cerveja que o cunhado trouxe. É só o início. Dai para a segunda dose ou latinha é automático. Vai outra ai?! Toma mais uma, meu!

Agora você já está ficando corajoso pra falar com a mina. No churrasco, está mais falante. E tome drink. E vai cerveja. Seus olhos vermelhos. Sua risada escandalosa. Aos poucos e rapidamente você vai se soltando.

E mais um pouco. Agora você está totalmente desinibido. Fala pelos cotovelos. Diz bobagens. Não tem papas na língua. Um destrambelhado. As frases se demoram na boca. As palavras bailam entre os dentes. Um balbuciar quase incompreensível. Inconveniente. Constrangedor.

E o corpo balança sem muita coordenação. Arrisca passos desencontrados. Dança fora do ritmo. Sobe na cadeira. E, mais “pra lá do que pra cá”, balançando alcança a mesa. Tira a camisa. Grunhindo, torna-se o protagonista de um teatro de horrores. Um palhaço no picadeiro da insensatez.

Nesse ponto, aquela tímida companhia de nome Moderação já se escondeu envergonhada. Nesse momento, aquela convidada de honra, a Moderação, há muito já se foi. E com o tempo, do comedimento ao excesso. Da prudência à insensatez. Da sabedoria à tolice. Da sobriedade à embriaguez. Do prazer ao vício.

Ai sim! Agora você pode falar: Eu bebo sim e estou vivendo. Vivendo com muitos ais. Com muitos pesares. Com muitas tristezas. Com muita briga. Com muitas queixas. Convivendo com discussões sem fim. Com ofensas intermináveis. Com violência em casa, no trânsito. E com dores constantes. E com falta de lucidez. Com falta de respeito, próprio e alheio.

Para quem uma vida assim? Pergunta o sábio. E acrescenta:

Para quem são os ais e os lamentos? Para quem as tristezas e os pesares? Para quem as contendas e as brigas? Para quem as queixas e reclamações? Para quem as feridas e dores sem motivo? E para quem os olhos vermelhos?

Para os que se demoram bebendo vinho, para os que andam buscando bebida forte. Não fique olhando para o vinho, pensando: que vermelho rubi cintilante, como brilha na taça, como desce suave. Pois, no final, ele pica como uma serpente e envenena como uma víbora. Ele faz seus olhos verem coisas estranhas e o seu coração falar coisas sem sentido. E faz você se sentir como quem se deita no meio do mar balançando até vomitar e como quem dorme alto em cima de um mastro. Ele faz você dizer: Espancaram-me, mas não doeu, me deram uma surra e nem senti. E ainda de ressaca diz: Quando ficarei sóbrio novamente para poder beber de novo? (Provérbios 23.29-35)

A tal da Moderação tem o sobrenome da mãe: Sabedoria!

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