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Preocupados com nossa casa

O grupo ecológico Greenpeace é hoje o maior símbolo da luta pela preservação do meio ambiente. Composto por pessoas de várias nacionalidades, o Greenpeace leva sua mensagem ecológica por todo o planeta. Está presente em muitos países através de grupos organizados que travam uma grande batalha pela preservação e uso racional dos recursos naturais.

Mas como eu, que vivo no Brasil, posso ajudar a cuidar do planeta?

Essa é a pergunta motivadora da nossa reflexão.

Green Peace - Dr. Cristofani

Consciência ecológica

Na origem do movimento ecológico está a concepção de que a Terra é a casa de todos nós.

Essa consciência levou o movimento ecológico a pensar no planeta como um organismo vivo do qual todos nós dependemos. Ar, água, florestas, alimentos e tudo o que é necessário à sobrevivência da espécie, deve ser preservado onde quer que se encontrem. Dessa forma, não há, para as pessoas preocupadas com o ambiente, qualquer barreira nacional ou territorial, pois a natureza é um bem que Deus dispôs a todos os seres vivos.

Isso quer dizer que o uso de pesticida no cultivo de alimentos em certos países irá afetar os consumidores de tais alimentos em qualquer lugar do mundo.

Um exemplo claro disso é a destruição da camada de ozônio. Ela não pertence a ninguém em particular, mas a todos nós. Se alguém em outro país utiliza refrigeradores, aerosóis ou aparelhos de ar condicionado que expelem substâncias nocivas ao meio ambiente, estará contribuindo para a aumentar o buraco na camada de ozônio, mesmo que ela não saiba disso.

Da mesma forma, a caça predatória das baleias em águas internacionais resultará na extinção da espécie e isso afeta todo o equilíbrio do ecossistema no qual elas vivem, afetando, diretamente, nossa possibilidade de nos maravilharmos com a beleza desses seres marinhos.

Outro elemento importante dessa consciência ecológica planetária é que torna todos os seres humanos responsáveis pelo cuidado com a natureza.

Temos uma cultura de esperarmos que o governo e os órgãos responsáveis pelo meio ambiente façam o seu trabalho na preservação ecológica. E isso é justo, pois contribuímos com impostos e taxas públicas. Contudo, esperar que apenas o governo se preocupe com um assunto tão sério como esse, é o mesmo que esperar que as autoridades cuidem de nossa vida. Os poderes públicos são responsáveis sim, mas não apenas eles, nós também temos nossa parcela de responsabilidade com a natureza, pois somos parte dela.

Assim, a tarefa de cuidar dela cabe a todos nós.

Identificando os inimigos

A luta ecológica é um fato. É preciso, entretanto, perguntarmos contra quem estamos lutando. É necessário identificar os inimigos da natureza para enfrenta-los.

Olhando ao nosso derredor, não é difícil encontrarmos alguns inimigos. A poluição, por exemplo. Chaminés e escapamentos lançam no ar, diariamente, muitos gases poluentes, nocivos à vida humana, animal e vegetal.

Nos rios e riachos que cortam as grandes cidades, não apenas as indústrias lançam dejetos, produtos químicos, a população, de igual forma, joga nos rios e riachos lixo de todo tipo. As conseqüências são bastante previsíveis. Matamos nossos rios e riachos eliminando a possibilidade de vida e água potável.

Nas matas a extração mineral, através de garimpos clandestinos ou não, contribui significativamente para a depredação do meio ambiente. Seja pelo desmatamento, seja pelas substâncias lançadas nas águas usadas no processo de exploração do subsolo.

Há também a falta de uma política do uso do solo nas cidades. O crescimento desordenado da população, que é empurrada, por diversos motivos, para os grandes centros, gera uma falta de espaço para habitação. Isso leva à ocupação de áreas de mata nativa e péssimas condições de saneamento básico como: tratamento de esgoto; falta de água tratada, etc.

É claro que necessitamos das indústrias e transportes, de produtos minerais e habitação. O problema não é se devemos ter isso ou não. O problema é como ter tudo isso sem agredir o meio ambiente de forma que não o torne inabitável.

Portanto, os inimigos do meio ambiente somos, em certa medida, todos nós, pois todos, muito ou pouco, contribuímos para a destruição de nosso planeta.

O que podemos fazer?

Diante de um quadro tão pessimista nos perguntamos: O que podemos fazer?

A resposta não é simples, mas devemos procura-la.

Nossa contribuição pode ser dada em diversos níveis. Ao nível político, devemos exigir das autoridades responsáveis que façam sua parte. Não há como pressionar o governo a não ser pela organização da sociedade em grupos de luta. O Greenpeace é uma boa referência nesse sentido. É uma organização não governamental que batalha pelo nosso bem estar.
Também podemos dar nossa contribuição em nível pessoal e familiar. Podemos, por exemplo, organizar uma coleta seletiva de lixo, separando, em nossos lares, aquilo que pode ser reciclado daquilo que deve ter outro destino.

Outro nível no qual podemos atuar é no da educação ecológica. Muitos de nós poluímos ou destruímos a natureza por pura ignorância, isto é, por desconhecermos informações que poderiam ser úteis para vivermos uma vida direcionada para a preservação do planeta Terra.

Refletindo

Há muita coisa que podemos fazer para darmos uma ajuda ao Greenpeace. Reúna sua turma e procure conversar sobre outras formas nas quais vocês poderiam dar sua ajuda na luta pela preservação do meio ambiente. Por exemplo: Filiar-se ao movimento Greenpeace. Organizar uma coleta seletiva do lixo. Criar grupos de discussão e apoio aos grupos ecológicos. Participar de protestos contra a destruição da natureza, pessoalmente ou via internete.

Cada um de nós é responsável pela nossa casa. E cada situação exige uma ação específica. Descubra o seu lugar nessa luta.

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